sexta-feira, 16 de março de 2012

A PÁSCOA_ESTUDO

 




CONTEXTO HISTÓRICO -

Desde que Israel partiu do Egito em cerca de 1445 a.C., o povo hebreu (posteriormente chamado "judeus") celebra a Páscoa todos os anos, na primavera (em data aproximada da sexta-feira santa).

Depois de os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó passarem mais de quatrocentos anos de servidão no Egito, Deus decidiu libertá-los da escravidão. Suscitou Moisés e o designou como o líder do Êxodo (3-4). Em obediência ao chamado de Deus, Moisés compareceu perante Faraó e lhe transmitiu a ordem divina: " Deixa ir o meu povo. " Para conscientizar Faraó da seriedade dessa mensagem da parte do Senhor, Moisés, mediante o poder de Deus, invocou pragas como julgamentos contra o Egito. no decorrer de várias dessas pragas, Faraó concordou em deixar o povo ir, mas, a seguir, voltava atrás, uma vez a praga sustada. Soou a hora da décima e derradeira praga, aquela que não deixaria aos egípcios nenhuma outra alternativa senão a de lançar fora os israelitas. Deus mandou um anjo destruidor através da terra do Egito para eliminar "todo primogênito... desde os homens até aos animais" (12.12);

Visto que os israelitas também habitavam no Egito, como poderiam escapar do anho destruidor? O Senhor emitiu uma ordem específica ao seu povo; a obediência a essa ordem traria a proteção divina a cada família dos hebreus, com seus respectivos primogênitos. Cada família tinha de tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo ao entardecer do dia quatorze do mês de Abibe; famílias menores podiam repartir um único cordeiro entre si (12.4). Parte do sangue do cordeiro sacrificado, os israelitas deviam aspergir nas duas ombreiras e na verga da porta de cada casa. Quando o destruidor passasse por aquela terra, ele passaria por cima daquelas casas que tivessem o sangue aspergido sobre ela (daí o termo Páscoa, do hb. pesah, que significa "pular além da marca", "passar por cima", ou "poupar"). Assim, pelo sangue do cordeiro morto, os israelitas foram protegidos da condenação à morte executada contra todos os primogênitos egípcios. Deus ordenou o sinal do sangue, não porque Ele não tivesse outra forma de distinguir os israelitas dos egípcios, mas porque queria ensinar aos seu povo a importância da obediência e da redenção pelo sangue, preparando-o para o advento do "Cordeiro de Deus", que séculos mais tarde tiraria o pecado do mundo (Jo 1.29)

Naquela noite específica, os israelitas deviam estar vestidos e preparados para viajar (12.11). A ordem recebida era para assar o cordeiro e não fervê-lo, e preparar ervas amargas e pães sem fermento. Ao anoitecer, portanto, estariam prontos para a refeição ordenada e para partir apressadamente, momento em que os egípcios iam se aproximar e rogar que deixassem o país. Tudo aconteceu conforme o Senhor dissera (12. 29-36).


A PÁSCOA NA HISTÓRIA ISRAELITA -

A partir daquele momento da história, o povo de Deus ia celebrar a Páscoa toda primavera, obedecendo as instruções divinas de que aquela celebração seria "estatuto perpétuo" (12.14). Era, porém, um sacrifício comemorativo, exceto o sacrifício inicial no Egito, que foi um sacrifício eficaz. Antes da construção do templo, em cada Páscoa os israelitas reuniam-se segundo suas famílias, sacrificavam um cordeiro, retiravam todo fermento de suas casas e comiam ervas amargas. Mais importante: recontavam a história de como seus ancestrais experimentaram o êxodo milagroso na terra do Egito e sua libertação da escravidão ao Faraó. Assim de geração em geração, o povo hebreu relembrava a redenção divina e seu livramento do Egito. Uma vez construído o templo, Deus ordenou que a celebração da Páscoa e o sacrifíco do cordeiro fossem realizados em Jerusalém (Dt 16.1-6). O AT registra várias ocasiões em que uma Páscoa especialmente relevante foi celebrada na cidade santa (2 Cr 30.1-20; 35.1-19; 2 Rs 23.21-23; Ed 6. 19-22).

Nos tempos do NT, os judeus observavam a Páscoa da mesma maneira. O único incidente na vida de Jesus como menino, que as Escrituras registram, foi quando seus pais o levaram a Jerusalém, aos doze anos de idade, para a celebração da Páscoa (Lc 2.41-50). Posteriormente, Jesus ia cada ano a Jerusalém para participar da Páscoa (Jo 2.13). A última Ceia de que Jesus participou com os seus discípulos em Jerusalém, pouco antes da cruz, foi uma refeição da Páscoa (Mt 26.1,2,17-29). O próprio Jesus foi crucificado na Páscoa, como o Cordeiro pascoal (cf. 1 Co 5.7) que liberta do pecado e da morte todos aquele que nEle crêem.

Os judeus hoje continuam celebrando a Páscoa, embora seu modo de celebrá-la tenha mudado um pouco. Posto que já não há em Jerusalém um templo para se sacrificar o cordeiro em obediência a Dt 16. 1-6, a festa judaica contemporânea (chamada Seder) já não é celebrada com o cordeiro assado. Mas as famílias ainda se reúnem para a solenidade. Retiram-se cerimonialmente das casas judaicas, e o pai da família narra toda a história do êxodo.


A PÁSCOA E JESUS CRISTO -

Para os cristãos, a Páscoa contém rico simbolismo profético a falar de Jesus Cristo. O NT ensina explicitamente que as festas judaicas "são sombras das coisas futuras" (Cl 2.16,17; Hb 10.1), i.e., a redenção pelo sangue de Jesus Cristo. Note os seguintes itens em Êxodo 12, que nos fazem lembrar do nosso Salvador e do seu propósito para conosco.

(1) O âmago do evento da Páscoa era a graça salvadora de Deus. Deus tirou os israelitas do Egito, não porque eles era um povo merecedor, mas porque Ele os amou e porque Ele era fiel ao seu concerto (Dt 7.7-10). Semelhantemente, a salvação que recebemos de Cristo nos vem através da maravilhosa graça de Deus (Ef 2.8-10; Tt 3.4-5).

(2) O propósito do sangue aplicado às vergas das portas era salvar da morte o filho primogênito de cada família; esse fato prenuncia o derramamento do sangue de Cristo na cruz a fim de nos salvar da morte e da ira de Deus contra o pecado (12.13,23,27 ; Hb 9.22).

(3) O cordeiro pascoal era um "sacrifício" (12.27) a servir de substituto do primogênito; isto prenuncia a morte de Cristo em substituição à morte do crente (ver Rm 3.25 nota). Paulo expressamente chama Cristo nosso Cordeiro da Páscoa, que foi sacrificado por nós ( 1 Co 5.7).

(4) O cordeiro macho separado para morte tinha de ser "sem mácula" (12.5); esse fato prefigura a impecabilidade de Cristo, o perfeito Filho de Deus ( Jo 8.46; Hb 4.15).

(5) Alimentar-se do cordeiro representava a identificação da comunidade israelita com a morte do cordeiro, morte esta que os salvou da morte física ( 1 Co 10.16, 17: 11.24-26). Assim como no caso da páscoa, somente o sacrifício inicial, a morte dEle na cruz, foi um sacrifício eficaz. Realizamos em continuação a Ceia do Senhor como um memorial, "em memória" dele ( 1 Co 11,24).

(6) A aspersão do sangue nas vergas das portas era efetuada com fé obediente ( 12.38; Hb 11.28); essa obediência pela fé resultou, então, em redenção mediante o sangue (12.7,13). A salvação mediante o sangue de Cristo se obtém somente através da "obediência da fé" (rm 1.5; 16.26).

(7) O cordeiro da Páscoa devia ser comido juntamente com pães asmos (12.8). Uma vez que na Bíblia o fermento normalmente simboliza o pecado e a corrupção (ver 13.7 nota; Mt 16.6 nota; Mc 8.15 nota), esses pães asmos representavam a separação entre os israelitas redimidos e o Egito, i.e., o mundo e o pecado. Semelhantemente, o povo redimido por Deus é chamado para separar-se do mundo pecaminoso e dedicar-se exclusivamente a Deus
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TIRADO DO BLOG DA TIA ALE

TEATRO

O SONHO DAS TRÊS ÁRVORES - TEATRO


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HORA DA ATIVIDADE:






HORA DA LEMBRANCINHA:













O SONHO DAS TRÊS ÁRVORES




Hoje vamos usar nossa imaginação. Vocês gostam de imaginar coisas? (mostre a capa 1) Pois bem, vamos falar como se as três árvores de nossa estória pudessem falar, conversar e sentir, como as pessoas fazem. Vocês já sabem que uma árvore não pode raciocinar, mas vamos imaginar...
Vamos imaginar uma linda floresta, longe daqui, na terra da Palestina, a terra onde Jesus nasceu.


Na floresta haviam árvores grandes e pequenas, velhas e novas. Todas elas gostavam da sua vida na floresta. Era muito agradável sentir a brisa suave acariciando seus ramos. Elas se deliciavam com o calor do sol e tinham prazer em ouvir os cantos dos passarinhos que faziam ninhos entre as suas folhas.
Às vezes, as árvores mais novas conversavam a respeito do futuro. Elas não sabiam quanto tempo ficariam na floresta, pois costumavam chegar lenhadores com machados e serras elétricas para derrubá-las, falando em usá-las na fabricação de móveis, casas ou outros utensílios feitos de madeira.
Bem no meio da floresta, cresciam três arvorezinhas, juntos a árvore mãe.

-Quando eu for grande – uma delas confidenciou às outras duas -, gostaria de ser um berço de um nenê. Lembrando-se daquela senhora que passou por ali com um nenezinho nos braços! Em minha opinião, uma criancinha, é a coisa mais linda deste mundo. Se eu pudesse escolher, queria ser o berço de um príncipe, num palácio real!

-Para você isso pode ser muito bom – comentou asegunda arvorezinha – Mas quanto a mim, quero um destino mais importante. Eu gostaria de ser um navio grande e forte, para carregar coisas de grande valor, como ouro, prata ou pedras preciosas.

A terceira árvore ficou quieta, pensativa. Finalmente perguntaram-lhe:
-E você? Você não sonha com o futuro? O que quer ser?
-Não sonho com qualquer outra vida, senão a de árvore! – disse ela – Pra mim, prefiro ficar aqui na floresta. Assim sempre ficarei apontando para cima, para Deus. O que poderia ser melhor?
A árvore mãe olhou para ela com carinho.
-Você tem toda a razão! – disse ela – Não tem nada melhor do que ficar indicando para Deus!
Passaram-se os anos, e as arvorezinhas cresceram, e se tornaram altas e bonitas.


Finalmente, um dia chegaram dois homens com machados e serras. Eles cortaram a primeira árvore e levaram-na embora.
"Será que meu sonho vai se realizar?" A árvore pensou consigo mesma. "Já esperei tanto tempo! Quem sabe, logo serei o bercinho de um príncipe!"
A árvore foi levada para longe, para uma cidadezinha chamada Belém. Mas ela não foi aplanada e trabalhada. Coitada da árvore! Ela estava de coração partido.
_Não gosto deste lugar feio e escuro _ ela se queixou. _E aqui, ninguém me vê, a não ser os animais.
Mas Deus, que ama as arvorezinhas, sussurrou:
_Espere, vou mostrar uma coisa...
E, numa noite estrelada, aconteceu uma coisa maravilhosa. (Leia Lucas 2:16, ou conte em poucas palavras sobre o nascimento de Jesus.)

No silêncio da noite, o próprio filho de Deus, o Reis dos reis foi deitado nessa manjedoura. E a árvore que era agora uma manjedoura, ouviu o que os pastores contaram sobre a visita dos anjos, anunciando o seu nascimento (daquela criança – Jesus). Ela vibrava de alegria!
-Que maravilha! – ela sussurrou – Faço parte de um milagre! Quando pensei em ser um berço, nunca sonhei em carregar um nenê como ELE! O plano de Deus foi muito melhor do que o meu plano!
Passaram-se mais alguns anos.

Então, um dia os homens voltaram para a floresta. A segunda árvore foi cortada.
“Serei transformado num navio”- pensou ela – “Já esperei muito, mas agora talvez aconteçam as grandes coisas que sonhei!”
Ela foi levada para perto do mar, mas não foi usada para a construção de um navio. Em vez disso, tornou-se um simples barquinho de pesca, que chegou a pertencer a um rude pescador chamado Simão Pedro. Um dia descansando junto à praia do Mar da Galiléia, o barco refletia em sua sorte, enquanto Pedro lavava suas redes.
-Pensar que minha vida deu nisto! – a árvore que agora era barco, se lastimou. – Um simples barco de pesca e mal cheiroso! E meu dono, Pedro, nem parece ser bom pescador. Veja como trabalhou a noite toda sem apanhar nada!
Mas Deus que ama a arvorezinha disse:
Espere, vou lhe mostrar uma coisa!
E aconteceu. Uma grande multidão foi se reunindo, ali na praia.

Dela saiu uma pessoa chamada Jesus, que entrou no barquinho e, assentando-se, ensinou ao povo. Falou coisas tão sábias, belas e claras, que o povo O ouvia embevecido (atento). Quando o Senhor Jesus terminou de falar, Ele mandou que Pedro se afastasse da praia, com o barquinho e lançasse a rede nas águas profundas. Quando Pedro obedeceu, aconteceu um milagre! As redes encheram-se de peixes até quase romperem-se. E o barquinho tremia (balançava), não tanto por causa do grande peso dos peixes, mas de alegria e admiração.
-Que maravilha! – a arvore que era barco sussurrou – Nunca imaginei que poderia levar uma carga como esta! Faço parte de um milagre! Sim, o plano de Deus foi superior ao meu plano!
O plano de Deus é sempre o melhor, você não acha? Será que você, também, sonha com o futuro? Pretende ser médico, enfermeira, policial, advogado, professor? Escute: Deus ama você muito mais do que as arvores. Hoje Ele diz: - Espere. Dê-me a sua vida, e Eu farei uma coisa maravilhosa com ela. Você descobrira que o meu plano é muito bom, Deus tem um plano perfeito para a sua vida.
Lá na floreta da Palestina, a terceira árvore ainda estava ao lado da velha árvore mãe. Mas, então, um dia, os homens voltaram novamente à floresta.

E desta vez a terceira árvore foi cortada, aquela que queria permanecer na floresta, apontando para Deus.
-Que pena! Por que eu não posso ficar aqui? – ela suspirou triste – Mas, foi cortada pela serra cruel, e seus ramos foram-lhe tirados. Rasparam-lhe a casca, e ela foi levada para longe, a cidade chamada Jerusalém. Lá um dia, a arvore foi serrada de novo, e uma parte foi pregada sobre a outra, formando uma cruz!
-Que tristeza! – a árvore sussurrou – Pretendem crucificar alguém. Eu vou ser usada para tal fim! Deve ser um criminoso. Oh, não! Não quero fazer parte no castigo de alguém! Afinal, eu sempre queria apontar Deus para as pessoas.
Mas Deus, que ama as arvorezinhas, disse:
-Espere. Vou lhe mostrar uma coisa...
E um dia, fora de Jerusalém, juntou-se uma outra multidão. Em seu meio estava o Senhor Jesus, carregando a árvore que agora era a cruz. A cruz era pesada demais para Ele, cansado e enfraquecido como estava. Quando Ele caiu sob o peso, a cruz foi carregada por um homem chamado Simão o cirineu. E quando chegou a um lugar chamado Calvário, Jesus foi pendurado na cruz para morrer.

A cruz tremia sob o peso da agonia e vergonha. Mas, aconteceu um outro milagre. O céu se escureceu como se fosse noite. E quando Jesus entregou o seu espírito ao Pai, houve um grande terremoto. No templo, o véu do santuário se rasgou no meio, para mostrar que o caminho estava aberto agora para qualquer um que quisesse entrar na presença de Deus. Um oficial romano, que comandava os soldados, exclamou impressionado. “Verdadeiramente, esse era o Filho de Deus!” (Mateus 27.50-54)
A árvore que agora era uma cruz, parecia ouvir o eco das palavras do próprio Jesus: “... e eu quando for levantado na terra atrairei todos a mim mesmo!” (João 12.32) E a árvore começou a entender que apenas ficar na floresta apontando para cima, nunca poderia levar as pessoas para Deus. Era preciso que o próprio filho de Deus morresse numa cruz, derramando o seu sangue, para que elas pudessem ser perdoadas dos pecados e ir, um dia, para o Céu.
-Nunca pensei em apontar para Deus desta maneira! Sussurrou a arvore – Mas o plano de Deus foi melhor do que o meu plano!
Ela falou a verdade. Apesar de milhares de arvores permanecerem na floresta, nenhuma delas podia levar ninguém a Deus. Somente Jesus pode fazer isso, através do seu sacrifício. Pois ali, o Filho de Deus morreu em nosso lugar e três dias depois, Ele ressuscitou dos mortos. Hoje, Ele está vivo, e pode nos salvar.
O primeiro passo, no grande plano de Deus, é que você receba seu Filho, Jesus Cristo, como seu único salvador. Se você ainda não fez isto, venha me procurar (diga onde) logo no fim de nossa aula. Quero mostrar-lhe, na palavra de Deus, como você poderá ter a salvação.
Muito de vocês já tem Jesus como seu salvador. Não querem entregar-lhe, agora mesmo, a sua vida e permitir que Ele a Dirija? Diga para Ele agora, enquanto curvamos a nossa cabeça e fechamos nossos olhos. –“Senhor, toma a minha vida e faze com ela o que tu quiseres. Sei que tu me amas e que o Teu plano para mim será sempre o melhor!”.


PÁSCOA - LEMBRANCINHA - OVELHA













PÁSCOA - ÚLTIMOS DIAS DA VIDA DE JESUS (4ª aula)





VIAGEM A JERUSALÉM -

Ler: Lucas 2:1-20, 41-52; 5:1-11; 8:2-25; João 2:1-12


A ÚLTIMA CEIA -

Ler: Lucas 22:7-23; Mateus 26:17-30; Marcos 14:12-26


JESUS ORANDO NO JARDIM -

Ler: Mateus 26:36 a 46; MArcos 14:32-42; Lucas 22:39-46


JESUS MORREU NA CRUZ

Ler: Mateus 27:27-56; MArcos 15:16-41; Lucas 23:26-49: João 19:17-37


JESUS RESSUSCITOU

Ler: Mateus 28: 1-10; Marcos 16:1-8; Lucas 24:1-12; João 20:1-10



JESUS SUBINDO PARA O CÉU

Ler: Mateus 28:18-20; Atos 1:6-11




Versículo para DECORAR: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna". João 3:16
APLICAÇÃO: Mostrar o verdadeiro sentido da Páscoa, que Jesus morreu na cru para nos salvar e nos dar vida eterna.

HORA DA ATIVIDADE:








HORA DA LEMBRANCINHA: